Centros olímpicos e paralímpicos do DF recebem matrículas até 31 de março
Resultado do sorteio que definiu os novos alunos pode ser consultado pessoalmente nas unidades. Saiba qual é a documentação necessária
DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DO ESPORTE, TURISMO E LAZER
Os contemplados para as 6 mil vagas dos Centros Olímpicos e Paralímpicos do Distrito Federal devem efetivar a matrícula de hoje (21) a 31 de março, sempre de terça a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas, na unidade correspondente.
O resultado do sorteio das vagas está disponível em listas na entrada dos 11 centros esportivos. Tanto as inscrições quanto as aulas são gratuitas. O serviço atende crianças a partir de 4 anos, adultos e idosos.
Os documentos exigidos para a matrícula variam de acordo com a faixa etária:
De 4 a 17 anos
Uma foto 3×4 atual
Cópia do RG ou da certidão de nascimento
Cópia do CPF e do RG dos pais ou responsável legal
Cópia da declaração escolar de 2017
Cópia do comprovante de residência
De 18 a 69 anos
Uma foto 3×4 atual
Cópia do RG e do CPF
Cópia do comprovante de residência
70 anos ou mais
Uma foto 3×4 atual
Cópia do RG e do CPF
Cópia do comprovante de residência
Atestado médico.
Vagas para pessoas com deficiência nos centros olímpicos e paralímpicos do DF
As pessoas com deficiência podem procurar a Coordenação de Pessoas com Deficiências dos centros olímpicos e paralímpicos para uma avaliação funcional e o encaminhamento a uma modalidade, sem a necessidade de sorteio.
Entre as modalidades disponíveis para alunos regulares estão atletismo, caratê, futebol society, futsal, hidroginástica, natação e vôlei. Para pessoas com deficiências são oferecidas, entre outras, natação, atletismo e bocha (de acordo com a grade e a disponibilidade de cada centro).
Matrículas para os centros olímpicos e paralímpicos do DF
De 21 a 31 de março
De terça a sexta-feira
Das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas
Na unidade onde o contemplado foi sorteado
Onde ficam os 11 centros olímpicos e paralímpicos do DF
Brazlândia
Bairro Vila São José, Quadra 35, AE 22
Ceilândia – Sol Nascente
QNP 21, P Norte, Parque da Vaquejada
Ceilândia – QNO 9
Conjunto 1, Lote 1, Setor O
Estrutural
Área Especial 2, Setor Norte
Gama
Área Especial, Setor Central, ao lado do Bezerrão
Recanto das Emas
Entrequadra 400/600
Riacho Fundo I
QS 16, Lote F
Samambaia
QS 119, Área Especial, Samambaia Sul
Santa Maria
Quadra Central 3, AE 4
São Sebastião
Quadra 2, Bairro São Bartolomeu
Sobradinho
Quadra 2, Setor Esportivo, Área Especial
EDIÇÃO: MARINA MERCANTE
segunda-feira, 13 de março de 2017
Centros olímpicos e paralímpicos do DF abrem 6 mil vagas
Interessados passarão por um sorteio antes da confirmação da matrícula. Inscrições são de terça (14) a sexta-feira (17)
DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DO ESPORTE DO DF
Os centros olímpicos e paralímpicos do Distrito Federal oferecerão, neste mês, 6 mil vagas distribuídas entre as 11 unidades. Devido ao grande número de interessados, haverá um sorteio antes da efetivação das matrículas.
Para preencher a ficha de inscrição e incluir o nome no sorteio, o candidato deve comparecer à secretaria do centro olímpico pretendido de terça (14) a sexta-feira (17), das 8 às 12 horas ou das 14 às 17 horas.
A seleção, prevista para as 9 horas do dia 20, ocorrerá simultaneamente nas 11 unidades, aberta ao público. O resultado será divulgado no mesmo dia, às 18 horas, na área externa de cada centro.
De 21 a 31 de março, os contemplados poderão efetivar as matrículas. Os documentos exigidos variam de acordo com a faixa etária:
De 4 a 17 anos
Uma foto 3×4 atual;
Cópia do RG ou da certidão de nascimento;
Cópia do CPF e do RG dos pais ou responsável legal;
Cópia da declaração escolar de 2017;
Cópia do comprovante de residência.
De 18 a 69 anos
Uma foto 3×4 atual;
Cópia do RG e do CPF;
Cópia do comprovante de residência.
70 anos ou mais
Uma foto 3×4 atual;
Cópia do RG e do CPF;
Cópia do comprovante de residência;
Atestado médico.
Vagas para pessoas com deficiência nos centros olímpicos e paralímpicos do DF
A partir de terça-feira (14), as pessoas com deficiência podem procurar a Coordenação de Pessoas com Deficiências dos centros olímpicos e paralímpicos para uma avaliação funcional e o encaminhamento a uma modalidade, sem a necessidade de sorteio.
Entre as modalidades disponíveis para alunos regulares estão atletismo, caratê, futebol society, futsal, hidroginástica, natação e vôlei. Para pessoas com deficiências são oferecidas, entre outras, natação, atletismo e bocha (de acordo com a grade e a disponibilidade de cada centro).
Inscrições para sorteio nos centros olímpicos e paralímpicos do Distrito Federal
De 14 a 17 de março (terça a sexta-feira)
Das 8 às 12 horas ou das 14 às 17 horas
No centro olímpico pretendido
Resultado: 20 de março, às 18 horas, no respectivo centro olímpico
Onde ficam os 11 centros olímpicos e paralímpicos do DF
Brazlândia
Bairro Vila São José, Quadra 35, Área Especial 22
Ceilândia (Parque da Vaquejada)
QNP 21, Setor Habitacional Sol Nascente, P Norte
Ceilândia (Setor O)
QNO 9, Conjunto 1, Lote 1
Estrutural
Área Especial 2, Setor Norte
Gama
Quadra 55, 119, Área Especial, Setor Central (ao lado do Estádio Bezerrão)
Recanto das Emas
Avenida Ponte Alta, Quadra 604, Área Especial
Riacho Fundo I
QS 16, Área Especial F
Samambaia
QS 119, Área Especial 1, Centro Urbano, Samambaia Sul
Santa Maria
Quadra Central 3, Área Especial 4
São Sebastião
Quadra 1, Bairro São Bartolomeu
Sobradinho
Quadra 2, Área Especial de 1 a 5
EDIÇÃO: MARINA MERCANTE
quinta-feira, 2 de março de 2017
Carnaval do DF teve público de 1,5 milhão em 2017
Governo investiu R$ 880 mil de forma direta, mais R$ 1,5 milhão por meio da Lei de Incentivo à Cultura nos blocos e demais eventos. O número de ocorrências policiais para cada 100 mil foliões foi 15% menor do que no ano passado
GUILHERME PERA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA
O carnaval de rua em Brasília cresce a cada ano. Neste, 1,5 milhão de pessoas participaram da folia e, em 2016, 863 mil, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. Esse número já representava alta em comparação a 2015 — 370 mil — e aos anos anteriores, quando essa quantidade não passou de 600 mil. O governador Rodrigo Rollemberg avaliou positivamente o andamento do carnaval 2017 em entrevista coletiva nesta quarta-feira (1º). “Tivemos a maior participação da história da população nas ruas, o que confirma uma vocação da cidade”, disse. “É importante para a economia, com um número grande de ambulantes trabalhando. Além disso, não tivemos nenhum homicídio registrado.”
Cerca de 160 mil pessoas estiveram no Babydoll de Nylon, na Praça do Cruzeiro, no sábado (25). Foto: Tony Winston
De acordo com a Secretaria de Cultura, 128 blocos saíram às ruas. Somados às demais comemorações, foram 208 eventos em 24 regiões administrativas. O investimento direto do governo foi de R$ 880,8 mil, e 47 blocos receberam recursos da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), no valor total de R$ 1,5 milhão. O secretário da pasta, Guilherme Reis, disse que Brasília atingiu um patamar maior da festa neste ano e listou pontos para aprimorar ainda mais o carnaval a partir de 2018. “Podemos melhorar o financiamento privado e a relação com os ambulantes e com os moradores das quadras residenciais.”
Trabalho integrado favorece planejamento do carnaval
Para garantir o sucesso do carnaval, com segurança e acesso aos serviços públicos de foliões e não foliões, 18 órgãos de governo trabalharam de forma integrada, sob as lideranças das Secretarias de Cultura, da Segurança Pública e da Paz Social e Adjunta deTurismo, da pasta do Esporte, Turismo e Lazer. As unidades fizeram várias reuniões de planejamento.
Policiais militares fizeram a segurança dos foliões nos blocos que ocorreram no Setor Bancário Sul na segunda-feira (27).
Os blocos foram cadastrados antecipadamente pelo governo, que intermediou diálogos dos grupos com prefeituras de quadras, conselhos comunitários e outras organizações da sociedade. Houve duas audiências públicas e uma consulta on-line. Por meio desse trabalho, definiram-se os itinerários.
A Secretaria das Cidades cadastrou 1.061 vendedores ambulantes para os eventos de carnaval e pré-carnaval. Eles receberam treinamento com informações sobre segurança e legislação.
Os eventos apoiados pelos recursos da Cultura tiveram auxílio na contratação da estrutura do evento, como palcos, trios elétricos, iluminação, unidade de terapia intensiva (UTI), sonorização, tendas, carretas, grades, seguranças, brigadistas e banheiros. A LIC reverte parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS) em financiamentos a projetos culturais.
Decreto estabelece regras para o carnaval a partir de 2018
Como parte de uma nova política de incentivo ao carnaval de Brasília, o governo publicou o Decreto nº 38.019, de 21 de fevereiro de 2017, que define conjunto de diretrizes para a folia a partir do próximo ano. A norma visa desburocratizar a folia.
Para isso, o número de documentos exigidos para os blocos será diminuído. O local para cadastro passa a ser único: o Centro Integrado de Atendimento ao Carnavalesco. Tudo isso acompanhado do fortalecimento da identidade e tradição das escolas de samba.
Segurança no carnaval definida com antecedência
O policiamento em cada festa foi definido com antecedência pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social de acordo com o tipo de evento e a quantidade de público esperada. De acordo com a secretária da pasta, Márcia de Alencar, foram feitas 563 ocorrências pelas órgãos de segurança. Ela calculou 49 registros para cada 100 mil foliões durante o carnaval 2017. Em 2016, a conta fechou em 78 registros para cada 100 mil foliões, quando houve 518 ocorrências. Segundo ela, houve queda de 15% de casos.
O SOS Criança Cidadã foi ferramenta para facilitar que crianças perdidas fossem encontradas pelos pais.
Entre os principais registros feitos pela Polícia Civil, 275 de furtos diversos, 93 de furtos de celulares e 63 de roubos a transeuntes. Não houve ocorrências de homicídios nem de latrocínios.
Segundo a Secretaria de Saúde, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez 149 atendimentos de sábado (25) a quarta-feira (1º). No Centro de Traumas do Hospital de Base, foram 277, entre eles, duas pessoas feridas por arma de fogo e duas por arma branca. Dezessete pacientes eram casos graves, e 34, de média gravidade.
A Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventudedistribuiu 5 mil carteirinhas de identificação para os blocos, principalmente os infantis. Houve registro de apenas duas denúncias, uma de venda de bebidas alcoólicas e outra de suposto abandono de crianças. A Polícia Militar encontrou a mãe, que catava latinhas na Praça dos Prazeres e a orientou a seguir para casa com os filhos.
Órgãos de trânsito controlaram o fluxo de veículos na região dos blocos e fiscalizaram o consumo de álcool por condutores.
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com apoio da Polícia Militar — abordou 489 veículos, 25 deles removidos para o depósito. Vinte e cinco motoristas alcoolizados foram autuados e cinco deles, encaminhados para a delegacia. Nove condutores estavam inabilitados e sete, com a carteira vencida ou suspensa.
Já o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) fez 163 autuações da Lei Seca e apreendeu 245 veículos durante o feriado.
Houve cinco mortes em acidentes automobilísticos no feriado — dois em rodovias e três em vias públicas. Nenhum deles, porém, está relacionado ao carnaval.
A Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) atendeu os órgãos de segurança com 250 caixas de água, com um total de 6 mil copos. A Companhia Energética de Brasília (CEB) não registrou interrupção de energia nos locais de concentração de blocos de carnaval. O Serviço de Limpeza Urbano (SLU) retirou 95,073 toneladas de resíduos das ruas, resultado do trabalho de 1.906 garis.
Com equipes fixas,a Agência de Fiscalização (Agefis)esteve em 73 blocos — aqueles com o maior número de público e cadastrados pela Secretaria da Segurança Pública. Os fiscais apreenderam 972 objetos, a maior parte bebidas comercializadas em garrafas de vidro. Os blocos Populares em Pânico, na 310 Norte, e Parque Sonoro, no Taguaparque, não estavam licenciados e acabaram multados em R$ 5.369,50 cada um. Ao todo, 221 auditores atuaram no carnaval.