Marido-técnico fez Poliana Okimoto migrar da piscina para o mar
- 16/08/2016 09h21
- Rio de Janeiro
Edgard Matsuki - Enviado Especial do Portal EBC
A paulista Poliana Okimoto ganhou medalha de bronze na maratona aquática, em Copacabana
Pouco conhecida no Brasil e relativamente recente no programa olímpico (é disputada desde os Jogos de Pequim, em 2008), a maratona aquática tem o nome de Poliana Okimoto como referência. Pioneira na modalidade (disputada em águas abertas) no país, Poliana experimentou um período de adaptação, sofreu derrotas, passou por privações e conquistou, no que parece ser uma história com final feliz, a redenção em uma medalha olímpica.
Poliana, que já nadava desde os 13 anos de idade, só foi conhecer a maratona aquática aos 21 anos.
Quando chegou a notícia de que a francesa Aurélie Muller (que havia cruzado a linha de chegada em segundo) foi desclassificada, Poliana não aguentou: “Depois que me disseram que tinha ganho o terceiro lugar, não sei de onde saiu tanta lágrima. Eu já tinha deixado toda a água do meu corpo no mar. Saía tanta água do meu olho que não sabia o que dizer”. O bronze havia chegado.
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