Mané Garrincha chega à marca de 600
mil espectadores
Em apenas 16 eventos, entre jogos de
futebol e shows, nova arena atraiu 260 mil pessoas a mais do que antigo estádio
em 36 anos
Em
menos de seis meses desde sua inauguração, o Estádio Nacional de Brasília Mané
Garrincha atraiu 600 mil pessoas para os jogos de futebol e shows, o que
representou 260 mil visitantes a mais do que a antiga arena trouxe ao longo de
36 anos. As informações foram divulgadas pela ComCopa.
"O estádio já consolidou sua
vocação para atração de eventos em Brasília, sejam esportivos ou culturais.
Temos, aqui, um espaço democrático, que recebe pessoas de todas as idades e
regiões do DF", afirmou o secretário Extraordinário da Copa 2014, Cláudio
Monteiro.
Ao todo, foram 13 partidas de
futebol, sendo duas do Brasil, 10 do Campeonato Brasileiro e uma do Candangão.
Além disso, a arena recebeu também um tributo ao cantor Renato Russo, que
inaugurou a agenda cultural do estádio, e dois ícones internacionais: Beyoncé e
a banda Aerosmith.
"Antes esses shows ficavam
sempre na rota Rio-São Paulo, e Brasília, por ser a capital do país, precisava
de um local para receber esse tipo de evento, até mesmo para se tornar mais
atrativa para o turismo", elogiou a engenheira agrônoma Gisele
Bittencourt, de 36 anos.
Na abertura da Copa das
Confederações, em 15 de junho, 67.823 pessoas foram ver a partida entre Brasil
e Japão. O estádio atingiu a lotação máxima, e foi considerado ótimo ou bom por
81,8% das pessoas que estiveram lá, segundo a pesquisa do Instituto Exata
Opinião Pública.
BENEFÍCIOS
- Mas os benefícios vão além da diversão e do lazer,
pois cada evento movimenta, em média, R$ 12 milhões na economia local, de acordo
com o levantamento da Companhia de Planejamento do DF, o que gera emprego e
renda.
Durante os 16 eventos realizados até
hoje, o GDF recebeu cerca de R$ 2.733.605,95 em taxa de ocupação cobrada dos
organizadores, dinheiro que foi revertido aos cofres públicos.
Em 10 partidas do campeonato
realizadas na arena de Brasília, foi contabilizada uma renda de R$ 25.638.225,
a maior do país até a 26ª rodada do Brasileirão.
A arena também lidera na média de
público por partida (36.873), o que deixa para trás estádios mais tradicionais,
como o Maracanã e o Morumbi.
EVENTOS
– O próximo evento no estádio será em 10 de novembro,
com show da banda de axé Chiclete com Banana, que estreará uma área
"lounge" nos pilares externos da arena.
A apresentação marca a despedida do
vocalista Bell Marques e consolida o potencial multiuso do Mané Garrincha, que
além de opções musicais para todos os gostos, oferece espaços com tamanhos e
características variadas.
Ainda este ano, no dia 27 de
novembro, o estádio sediará a abertura da Gymnasiade, as Olimpíadas Escolares
Mundiais.
Em 2014, antes mesmo da Copa do
Mundo, já está confirmada a realização das duas partidas finais do Campeonato
Brasiliense, nos dias 5 e 12 de abril.
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Projeto da PMDF ensina jiu-jítsu
gratuitamente
Há 13 anos, academia em Taguatinga
forma campeões na modalidade, além de contribuir na recuperação de pessoas
vítimas do estresse e alcoolismo
Há 13 anos, a academia de jiu-jítsu do 2º Batalhão
de Polícia Militar, em Taguatinga, treina gratuitamente dezenas de campeões
para competirem na modalidade, tanto policiais quanto civis.
"O trabalho é gratificante. Além
de capacitar policiais, a gente tem ajudado crianças que estão dando trabalho
em casa", resumiu o professor e sargento da PMDF Rogério Oliveira, que é
pentacampeão mundial, hexacampeão brasileiro e campeão sul-americano de
jiu-jítsu.
Atualmente o professor Rogério é o
terceiro colocado no ranking mundial de jiu-jítsu, após passar um ano no topo.
Contudo, há 15 anos, sua vida era bem diferente: "Eu era sedentário,
pesava 157 quilos e tomava muita bebida (alcoólica)", lembrou.
Hoje o sargento campeão é exemplo
para seus 250 alunos que treinam em Taguatinga: "Aqui não visamos lucro. O
cara treina aqui para ser campeão", explicou.
TREINO
– Para participar do projeto, os alunos devem apenas
apresentar atestado médico.
Os menores de idade precisam também
da autorização dos pais.
O estudante Matheus Xavier, 14 anos,
treina jiu-jítsu há um ano e dois meses. "No primeiro campeonato, tomava
um golpe e não sabia o que fazer", disse. Segundo ele, o esporte o ajudou
a conquistar mais amigos e a ganhar mais saúde.
RECUPERAÇÃO –
A academia do professor Rogério, além de formar campeões de luta, contribuiu
para recuperar muitos policiais vítimas do estresse e do alcoolismo.
"O jiu-jítsu ajuda a reverter
essa situação com dedicação, perseverança e boa orientação", comentou o
professor.
Outro benefício trazido pela arte
marcial é a qualificação profissional: "Em vez de puxar uma arma de fogo,
para o policial militar é melhor treinar defesa pessoal", afirmou o
policial militar Emerson Tiago.
Parque Aquático Julio de
Lamare voltará a funcionar na próxima semana
O Parque Aquático Julio de Lamare voltará a funcionar na próxima
segunda-feira (4), depois de quase ter sido demolido. O espaço, que chegou a
ser fechado para ser derrubado dentro do projeto de remodelação do Estádio
Jornalista Mário Filho, o Maracanã, será reaberto, beneficiando 40 atletas de
alto rendimento e cerca de 9 mil alunos de projetos sociais.
A
licitação do governo do estado do Rio para o complexo esportivo do Maracanã
previa, além da demolição do Julio de Lamare, o fim do Estádio de Atletismo
Célio de Barros, para ceder lugar a um estacionamento. Mas, por intensa pressão
social e de entidades esportivas, o governador Sérgio Cabral voltou atrás em
julho e repactuou o contrato com as empresas vencedoras da licitação: IMX,
Odebrecht e grupo AEG, que agora estudam fazer o estacionamento em outra área
próxima.
O
Parque Julio de Lamare havia sido totalmente reformado para os Jogos
Pan-Americanos de 2007, quando recebeu cerca de R$ 10 milhões em dinheiro
público. O local tem arquibancada para 5 mil pessoas, uma piscina aquecida
interna para treinamentos, uma piscina olímpica e um poço para saltos
ornamentais.
Edição:
Fábio Massalli
Fifa faz duas mudanças de
datas nos sorteios de ingressos para a Copa de Mundo de 2014
Stênio
Ribeiro
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) adiou para o último dia 29 passado o sorteio da primeira fase de venda de ingressos para a Copa do Mundo de
2014 a fim de assegurar a presença de autoridades brasileiras na fiscalização
do sorteio, na cidade inglesa de Manchester.
O
adiamento foi definido de forma conjunta, entre o Ministério do Esporte e a
Fifa, a partir da possibilidade de calendário para permitir o acompanhamento do
sorteio por representantes do Brasil, de acordo com a assessoria do ministro
Aldo Rebelo.
O
comunicado da Fifa foi divulgado hoje também no Portal da Copa, do Ministério
do Esporte, e informa que haverá transferência ainda da segunda fase de vendas.
Previamente agendada para começar no dia 5 de novembro, vai iniciar-se no dia
11.
A
mudança de cronograma decorre do cumprimento do Artigo 26, Parágrafo 4º, da Lei
Geral da Copa, de junho do ano passado, que assegura a auditagem brasileira ora
feita por representantes do Ministério do Esporte e da Caixa Econômica Federal,
acompanhados por um tabelião.
Em
função disso, a Fifa diz que será impossível informar a todos os solicitantes
de mais de 6,2 milhões de ingressos quanto ao resultado do sorteio dentro dos
prazos previamente marcados. Dessa forma, o resultado da primeira fase do
sorteio, que sairia até a próxima segunda-feira (4), passa para o dia 10.
No
comunicado, o diretor de Marketing da Fifa, Thierry Weil, explica que como as
vendas da próxima fase ocorrerão por ordem de pedido, “é essencial para nós que
todos os solicitantes de ingressos na primeira fase tenham sido informados do
andamento de sua solicitação antes do reinício das vendas”.
Não
podemos correr o risco – acrescenta o comunicado – de que um torcedor não saiba
do resultado da solicitação antes da colocação das entradas restantes à venda.
A prioridade é garantir que cada solicitante tenha a mesma chance de sucesso no
segundo período da primeira fase de venda, que terminará no dia 28 de novembro,
às 9h de Brasília.
Edição:
Aécio Amado
Copa do Mundo: governo quer
instalar unidade temporária de controle antidoping
Cristina
Indio do Brasil
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
As análises
para controle antidoping da Copa de 2014 poderão ser feitas em
uma unidade de um laboratório estrangeiro a ser instalada no Rio de Janeiro em
caráter temporário para atender à competição. A Autoridade Brasileira de
Controle de Dopagem, do Ministério do Esporte, prepara a proposta de instalação
da unidade para apresentá-la àFederação
Internacional de Futebol.
“Um
laboratório que esteja acreditado monta uma operação satélite no Rio de Janeiro
para atender, especificamente, à Copa do Mundo. Essa operação precisa ser
acertada com a Fifa e depois aprovada pela Agência Mundial Antidoping [AMA]”,
esclareceu o diretor executivo da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem,
Marco Aurelio Klein, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo
o diretor, essa é a opção para fazer, no Brasil, os exames de sangue e de urina
do Mundial de Futebol que vai ocorrer no país, uma vez que o Laboratório
Brasileiro de Controle de Dopagem (Ladetec) foi descredenciado pela AMA, em
agosto deste ano, por falhas em exames antidoping.
Antes
do descredenciamento, todos os exames de competições esportivas brasileiras –
como os dos jogos de futebol da Taça Libertadores da América – e de países
próximos (Argentina, Uruguai e Chile) eram feitos no Ladetec, que pertence ao
Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do
Fundão, zona norte do Rio. No caso dos campeonatos de primeira e segunda
divisões, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encaminha as análises de
controle de dopagem a um laboratório de Bogotá, na Colômbia.
Para
Marco Aurelio Klein, a falta do laboratório no Brasil representa um problema
porque a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem se prepara para lançar um
programa antidoping no país. “Temos planos de começar em
2014 um programa nacional antidopagem. Pela primeira vez, [teremos] um programa
sistêmico de controle de dopagem, abrangendo todo o esporte brasileiro de
ponta. Não ter o laboratório neste momento é um problema sério para nós.”
Para
conseguir nova acreditação, os ministérios do Esporte e da Educação estão
investindo na construção de um prédio e no reequipamento do laboratório, em
frente ao local atual. O diretor disse que o Ministério do Esporte é
responsável por 80% dos recursos que estão sendo aplicados na obra e o da
Educação, pelo restante. De acordo com o ministério do Esporte, foram
repassados à Universidade Federal do Rio de Janeiro, R$ 15,7 milhões.
Junto
com o diretor do Ladetec, Francisco Radler, o diretor executivo da Autoridade
Brasileira de Controle de Dopagem, participou de uma reunião em setembro, na
sede da AMA, em Montreal no Canadá, para discutir a situação do laboratório brasileiro.
De acordo com Klein, ficou acertado que logo que as obras e as instalações dos
equipamentos mais modernos estejam concluídas, o governo brasileiro pedirá o
recredenciamento do Ladetec.
“O
processo [nova acreditação] inclui visitas de acompanhamento, orientação e
auditorias, além de uma sequência de testes que são feitos para avaliação da
calibragem dos equipamentos, que é um processo técnico. Isso que foi combinado
com a AMA é que nos permite dizer que estaremos com o novo laboratório
acreditado em julho ou agosto de 2015”, esclareceu Marco Aurelio Klein. A
previsão dele é usar o novo prédio do Ladetec durante os Jogos Olímpicos de
2016,
O
diretor informou que, até lá, os exames de controle de dopagem serão feitos por
laboratórios fora do país. “Estou conversando com outros laboratórios para ver
qual pode nos atender e de preferência que seja em um país que tenha acordos de
cooperação internacional com o Brasil, o que facilita bastante este tipo de
operação”, informou.
A
América Latina tem quatro laboratórios, o do México que foi acreditado este
ano; um em Havana, em Cuba; o de Bogotá, na Colômbia, e o do Rio de Janeiro, no
Brasil, que é o mais antigo. No Hemisfério Sul há apenas mais dois
laboratórios, além do brasileiro. Um em Joanesburgo, na África do Sul e outro
em Sydney, na Austrália. “O nosso, no momento, não está acreditado, mas será
novamente”, completou Klein.
Edição:
Talita Cavalcante
Emergências médicas serão
responsabilidade do Comitê Organizador Rio 2016
Vitor
Abdala
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Um espectador que passar mal ou sofrer um acidente dentro das
instalações esportivas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 terá
assistência médica garantida pelo comitê organizador da olimpíada. Segundo o
responsável pelos serviços médicos do Comitê Organizador Local Rio 2016, João
Grangeiro, o primeiro atendimento será feito em um posto médico no próprio
local.
Em
casos mais graves, o espectador será transferido para um hospital credenciado
para os Jogos. Se houver a necessidade de atendimento em uma unidade de saúde
particular, o paciente terá os custos cobertos pelo comitê organizador, mesmo
que ele não tenha plano de saúde. “Ele não tem plano de saúde, mas se pagou um
ingresso, será atendido pela gente, desde que o incidente ocorra dentro do
perímetro da instalação esportiva”, disse Grangeiro.
O
credenciamento das unidades de saúde que atenderão a espectadores, atletas e
membros das delegações só será feito mais perto das Olimpíadas. Mesmo antes do
processo de credenciamento, o governo do estado está preparando dois centros
especializados em traumas graves. Um deles, no Hospital Estadual Alberto
Torres, em São Gonçalo, no Grande Rio, já está em funcionamento desde julho.
O
segundo será implantado no Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, na
zona oeste da cidade. Esse centro ficará bem próximo do complexo esportivo de
Deodoro, onde serão realizadas competições como hipismo, mountain bike e BMX,
esportes que têm alto risco de acidentes com traumas. “A gente não tem nenhuma
intenção de sobrecarregar a rede pública. Mas saber que essa rede está
disponível em uma necessidade dá, sem dúvida alguma, um conforto muito grande”,
disse Grangeiro.
Além
disso, hospitais de campanha com capacidade para realizar cirurgias também
poderão ser montados perto de uma das zonas olímpicas (Deodoro, Barra da Tijuca,
Maracanã e Copacabana). “A ideia do hospital de campanha é fantástica. Ele vem
dar mais tranquilidade na etapa do atendimento do paciente, do atleta. Esses
hospitais de campanha podem fazer frente a alguma grande emergência ou a um
plano de desastre”, acrescentou.
Os
atletas e outros membros das delegações vão contar ainda com uma policlínica
que será montada dentro da Vila Olímpica, em Jacarepaguá, na zona oeste da
cidade. Integrantes da comissão médica do Comitê Olímpico Internacional (COI)
visitaram hoje o centro de trauma do Hospital Alberto Torres. Ontem, eles já
haviam visitado o centro estadual de diagnóstico por imagem, no centro da
cidade.
Edição:
Graça Adjuto
Governo promete agir contra
abusos de preços na Copa de 2014
Jorge Wamburg
Repórter da Agência Brasil
O governo não quer que os turistas que virão ao Brasil no ano que vem para a
Copa do Mundo sejam explorados e, por isso, já está fazendo levantamento dos
custos de passagens aéreas e hotéis para que, no início de novembro, tenha
condições de saber como os preços vão se comportar, com base na demanda que
estiver ocorrendo. Caso haja abusos, o governo vai agir.
A
informação foi dada pela ministra Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil da
Presidência da República, após reunião mantida no dia 24 último , no Palácio do
Planalto, com representantes de setores do governo que têm atuação nas questões
da Copa, como os ministérios do Esporte, do Turismo e da Justiça.
Segundo
Glesi, os três ministérios estão trabalhando no assunto. “Já temos um
acompanhamento dos preços – como estão hoje e qual a projeção que se faz”. Para
evitar abusos nos preços de hotéis e passagens aéreas, como a imprensa apontou
recentemente, a ministra disse que haverá reuniões com vários setores
envolvidos com o evento, entre eles a Fifa e a operadora da entidade. O governo
também vai “conversar com as companhias aéreas”, acrescentou a ministra.
“Queremos
ter um concertação nacional para que a Copa tenha uma boa receptividade e seja
receptiva a todos que venham ao Brasil e que o preço seja justo. Queremos isso,
esta é a nossa meta”, disse Gleisi. Ela admitiu que um levantamento feito pela
Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça,
constatou “tendência de aumento dos preços, não só em razão da Copa, mas sempre
que ocorrem eventos maiores nas cidades, em momentos de maior movimentação de
pessoas”.
De
acordo com a chefe da Casa Civil, na reunião de hoje, o representante do
Ministério do Esporte fez uma exposição sobre o sorteio dos ingressos para a
Copa de 2014, as chaves, os jogos e “como a Fifa está conduzindo isso”. Já o
representante do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) fez uma
avaliação sobre a questão das companhias (aéreas) e a rede hoteleira.
“Foi
uma reunião em que buscamos unificar todas as informações dos diversos setores
e agir, a partir de agora”, disse a ministra. Sobre a possibilidade de ampliar
a malha aérea para melhorar a oferta de voos no país, Gleisi informou que o
assunto “está sendo analisado e conversado. A Secretaria de Aviação Civil está
coordenando isso junto com a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil], em um
trabalho de preparação dos aeroportos”.
“Teremos
um quadro mais detalhado” [sobre passagens aéreas e hotéis] depois do sorteio
dos ingressos, pois será possível saber o fluxo de pessoas e demanda pela rede
hoteleira. Queremos a certeza de que os preços cobrados serão justos. Queremos
entrar em acordo com as empresas, oferecer preços justos, mas, se tivermos
abuso de preços, o Estado brasileiro vai atuar, sim”.
Edição:
Nádia Franco
Clubes de basquete recebem
aparelhos de padrão internacional
Uma parceria entre o Ministério do Esporte e a Liga Nacional de Basquete
(LNB) tem reestruturado quadras de basquete em várias cidades. A ação já
contemplou 20 clubes em 16 municípios com aparelhos de padrão internacional.
Fazem parte do kit, um piso flutuante
desmontável, dois placares eletrônicos e duas tabelas.
Hoje, o
material foi entregue ao clube UniCeub, na capital federal, pelo diretor da
LNB, Kouros Monadjemi. O jogador Isaac Rafael Gonçalves destacou a importância
de ações como esta. “As quadras estarão todas padronizadas, então não vai ter
risco de treinarmos em um lugar e ter que jogar com a tabela e o piso
diferentes”.
A
entrega desses equipamentos permitirá que os atletas treinem de forma adequada
para os jogos, além de dar visibilidade maior às partidas aumentando o público
que comparece aos estádios, destacou o jogador do UniCeub. “É importante,
também, pela qualidade dos treinos, são pisos de boa qualidade que ajudam até
na prevenção de lesões que acontecem nos joelhos em quadras duras”.
Além de
Brasília, os kits já foram entregues em Macaé (RJ), no
Ceará, em Goiânia e ao time do Flamengo, por exemplo. O secretário nacional de
Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, disse que
a intenção é entregar ao menos dois kits até abril de 2014.
Kouros
Monadjemi ressaltou que a parceria “é um marco histórico”. Ele acrescentou que
a iniciativa de estruturar as quadras de basquete coloca o Brasil no mesmo
nível de países onde o esporte tem a preferência da população. “Essa doação do
Ministério do Esporte foi fundamental para que possamos passar de um patamar
para outro no esporte Olímpico”.
Com os
equipamentos as equipes terão melhor condição para treinar e jogar, além de
oferecer uma melhor estrutura aos times de base. Os aparelhos permitirão que
todos os clubes disputem a Liga Nacional de Basquete (NBB) com igualdade de
estrutura.
Edição:
Marcos Chagas
Campanha lançada em sete
países mostra preparação brasileira para receber turistas na Copa
Sabrina
Craide
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Moradores de sete países começaram a receber no último dia 23 informações sobre a
preparação do Brasil para a Copa do Mundo do ano que vem. Uma campanha
publicitária do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur) começou a ser
veiculada nos Estados Unidos, na Argentina, no Chile, na Colômbia, no México,
na Alemanha e no Reino Unido. A campanha terá investimento de US$ 10 milhões
neste ano.
O filme, voltado para os
turistas que desejam visitar o Brasil durante o Mundial de Futebol, mostra que
o país está “arrumando a casa” para receber os 600 mil estrangeiros esperados
para o evento. A propaganda faz uma analogia entre a beleza das paisagens brasileiras
e os cômodos de uma casa. Por exemplo, quando o locutor diz: “já arrumamos o
jardim”, aparecem imagens da Floresta Amazônica. Quando ele diz:
"construímos os salões de festas”, são mostrados os novos estádios da
Copa. O turista também é convidado a sentir-se em casa no Brasil.
Segundo
o presidente da Embratur, Flávio Dino, a campanha também tem como objetivo
mostrar que a preparação para os jogos gera impacto positivo para a economia do
país. De acordo com Dino, durante a Copa do Mundo, o turismo deve movimentar
mais de R$ 25 bilhões na economia do país, superando os investimentos públicos
feitos para garantir a realização do evento.
Ele
também destaca que o setor turístico movimenta cerca de 3% do Produto Interno
Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro e
emprega cerca de 10 milhões de pessoas que serão impactadas diretamente pelo
evento.
Edição:
Nádia Franco
Comitê organizador não foi
notificado sobre limitação no uso de recursos públicos na Copa
Vinícius
Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
O chefe do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, Ricardo Trade,
afirmou no último dia 23 que ainda não foi notificado oficialmente sobre os
questionamentos do Ministério Público Federal (MPF) a respeito de gastos
públicos com estruturas temporárias. "Não fomos notificados ainda e não
posso falar sobre isso, mas é preciso entender que a Copa do Mundo é realizada
nesse formato, e esses compromissos foram assumidos cinco anos atrás",
comentou Ricardo Trade.
O
Ministério Público entrou com ações na Justiça Federal para que os governos
federal, estadual e municipal não gastem verba pública para custear estruturas
temporárias e de telecomunicações da Copa do Mundo de 2014. O MPF calcula que a
medida economizaria R$ 1,2 bilhão em recursos públicos.
A
justificativa é que, por se tratar de evento privado, o governo não pode dispor
de dinheiro público para comprar itens temporários que não vão deixar
benefícios para a população, como cadeiras, tendas, plataformas e passarelas.
Os procuradores avaliam que na Copa das Confederações em julho, foram gastos R$
229 milhões nessa modalidade de despesa.
O MPF
também entende que não é responsabilidade do Poder Público custear despesas com
infraestrutura de telecomunicações para a Copa, gastos que devem ser custeados
pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) e pelo Comitê Organizador Local.
Edição:
Denise Griesinger
Interpol vai auxiliar forças
brasileiras durante Olimpíadas 2016
Carolina
Sarres
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 firmou um
acordo com a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) para
reforçar a segurança durante a competição esportiva. Os agentes internacionais
atuarão de forma suplementar às forças de segurança brasileiras, com
ferramentas, serviços e banco de dados – como os referentes a documentos e
veículos roubados e perdidos, registros de DNA e pessoas procuradas.
O
acordo foi assinado no dia 22 de novembro passado, durante a 82ª Assembleia Geral da Interpol em
Cartagena, na Colômbia. O encontro reúne cerca de 1,5 mil representantes de
diversos países até amanhã (24) e tem o objetivo de debater questões como
tráfico de drogas e de armas, terrorismo e segurança nas fronteiras. O tema da
assembleia é Interpol: 190 Países, Uma Visão para Um Mundo Mais Seguro.
"O
apoio da Interpol é fundamental para um evento desta dimensão, que envolve a
interações de pessoas de diversas nacionalidades. O acordo estabelece o apoio
do serviço de inteligência na luta contra todas as ações que possam afetar a
integridade do esporte. A assinatura [do acordo], três anos antes dos jogos,
permite que ele comece a ser implementado para os eventos-teste", disse o
diretor de Segurança do Comitê Rio 2016, Luiz Fernando Corrêa.
A
Interpol, segundo o acordo firmado, também vai auxiliar o Brasil a abordar
outras questões de criminalidade relacionadas a grandes eventos esportivos, por
meio de cooperação e treinamento de pessoal no combate a jogos ilegais,
falsificação e contrabando.
"Proteger
grandes eventos esportivos que atraem milhões de visitantes é um imenso desafio
para qualquer país e um que a Interpol está se posicionado para cooperar. O
acordo entre a Interpol e o Comitê Organizador Rio 2016 é um passo fundamental
para a prestação do mais amplo apoio possível à aplicação da lei para o evento
esportivo", informou o secretário-geral da organização, Ronald Noble.
Edição:
Talita Cavalcante
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